Se no segundo dia de edição os ânimos exaltaram-se, o que dizer do terceiro dia! Por pouco não voaram cadeiras... ok, se calhar estou a exagerar um bocadinho... Mas que houve uma grande troca de palavras, lá isso houve.
No segundo dia, até eu (confesso) me passei um bocadinho, mas foi por não editar da mesma forma como a Márcia fazia. Fez-me um pouco de confusão, e não sei se foi stress, passei-me... Juntamente com o Dário, demos um bocadinho para trás com a forma como a Márcia planeava as coisas. Mas eu compreendi, ela é a realizadora, devemos editar segundo a forma como ela prefere. E por mim tudo bem até porque ela é que iniciou o projecto.
Hoje, terceiro dia, foi também relativo à edição, que mais podia ser? Um desentendimento entre o Dário e a Márcia, porque supostamente já se tinha decidido seguir a narrativa que havia sido criada com a edição de Joana Militão, necessitando de apenas alguns ajustes. Não foi bem isto que o Dário fez, e puff... explosão de palavras!
Temos que compreender que um trabalho de grupo engloba sempre várias pessoas, e que há diferentes opiniões. E que é preciso haver um diálogo para que se consiga fazer algo.
De uma coisa estou certa: estas experiências levam-me a observar muita coisa e a estar mais preparada para projectos futuros!
Neste momento parece que está tudo inteiro, mas o que esperar na quarta sessão de edição? Medo?! Afinal esta curta metragem tem máfia à mistura e muito, mas mesmo muito... esparguete!
No segundo dia, até eu (confesso) me passei um bocadinho, mas foi por não editar da mesma forma como a Márcia fazia. Fez-me um pouco de confusão, e não sei se foi stress, passei-me... Juntamente com o Dário, demos um bocadinho para trás com a forma como a Márcia planeava as coisas. Mas eu compreendi, ela é a realizadora, devemos editar segundo a forma como ela prefere. E por mim tudo bem até porque ela é que iniciou o projecto.
Hoje, terceiro dia, foi também relativo à edição, que mais podia ser? Um desentendimento entre o Dário e a Márcia, porque supostamente já se tinha decidido seguir a narrativa que havia sido criada com a edição de Joana Militão, necessitando de apenas alguns ajustes. Não foi bem isto que o Dário fez, e puff... explosão de palavras!
Temos que compreender que um trabalho de grupo engloba sempre várias pessoas, e que há diferentes opiniões. E que é preciso haver um diálogo para que se consiga fazer algo.
De uma coisa estou certa: estas experiências levam-me a observar muita coisa e a estar mais preparada para projectos futuros!
Neste momento parece que está tudo inteiro, mas o que esperar na quarta sessão de edição? Medo?! Afinal esta curta metragem tem máfia à mistura e muito, mas mesmo muito... esparguete!
Raquel Casqueira

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